O novo agora, o novo normal e o novo mercado.


Foi preciso uma pandemia para nos fazer cair na real a respeito das mudanças e transformações do mercado nas últimas décadas. Embora, isso acontece de forma muito difícil, fazendo com que muitas empresas, principalmente pequenos negócios, não suportem e fechem suas portas.

O novo mercado diz respeito às novas práticas comerciais, a nova forma de vender e comprar, que nos ensinou a entender o cliente e descobrir sua dor, para então oferecer uma solução que resolva seu problema.

O novo normal é o termo utilizado para descrever a nova forma de vivermos, reinventando nossas rotinas de trabalho e convivência social utilizando cada vez mais do meio digital.

O novo agora nos remete a uma era pós-digital, de indústria 4.0 e algoritmos que ligam nossos gostos às soluções do novo mercado, nos conectando ao novo normal. Diz respeito a uma nova era, um novo momento, de adaptação e de reinvenção ao mesmo tempo, despertando no empreendedor um sentimento de descoberta e de incertezas.

Entender o novo mercado para descobrir o novo normal e viver o novo agora, será o grande desafio de todos que desejam avançar nessa corrida em busca do primeiro lugar no pódio, mas para isso, é preciso entender algumas coisas:

- Primeiro, vivemos uma era onde o intangível vale mais que o tangível;

- Segundo, o e-commerce veio pra ficar;

- Terceiro, temos muito que evoluir nos dois anteriores.

Comparando o Brasil com EUA, China e Índia, percebemos que ainda estamos na primeira onda do comércio eletrônico, e que nossos números refletem exatamente o que vivenciamos ao entrar na quarentena, somos completamente físicos em um mercado digital.

O varejo brasileiro vende menos de 7% pela internet, enquanto nos EUA passa dos 18%, na China 24% e na Índia 19%, e que mais de 70% dos brasileiros nunca compraram pela internet. Por outro lado isso é bom, significa que temos muito mercado a escalar e muitíssimo a crescer, desde que haja investimento e capacitação para isso.

O Consumidor 4.0 está empoderado, informado e bastante exigente, é aquele que antes de comprar algo, consulta no Google, faz comparações, verifica a reputação no Reclame Aqui e chega em uma negociação munido de todas as informações de que precisa para se decidir se compra da loja X, Y ou Z. Fora todas as opções que existem no digital, principalmente em sites de outros países com preços bem mais convidativos, como China.

O que você precisa entender é que não existe uma disputa entre o físico e o digital, existe na verdade, uma junção, uma soma e uma fusão entre as duas modalidades. Sempre digo que a loja física nunca vai acabar, mas a loja "off" vai!

O novo mercado, o novo normal e o novo agora, nos ensinam que mesmo atuando de forma física, todos nós precisamos ter presença digital, e isso nos torna "on".

Por isso, seja bem-vindo e bem-vinda a essa nova era, onde o novo é quem comanda, onde o comum perdeu a graça, e onde o problema é tratado como algo positivo, pois é através dele que descobrimos as soluções que o mercado precisa.

Então, vamos vender soluções diferentes para os problemas de sempre!

Um forte abraço e até nossa próxima conversa! Bruno Miranda - Especialista em Pequenos Negócios

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