Como o intraempreendedorismo pode impulsionar os pequenos negócios


Quem dera de se todas as empresas e organizações pudessem contar com intraempreendedores em suas equipes. Vivemos uma crise de liderança, onde equipes inteiras esperam por profissionais que pensem e ajam diferentes da grande massa.

Infelizmente, durante muito tempo, as universidades despejavam no mercado levas e levas de profissionais sem nenhuma preparação nem conhecimento teórico (nem prático) sobre empreendedorismo, ou seja, essas grandes remessas de administradores, engenheiros e varias outras profissões eram formatados para seguirem um padrão de pensamento onde empreender seria a última opção.

Essa maioria esmagadora de profissionais formados, foi instruída para serem funcionários contratados, sem noção de liderança, trabalho em equipe, muito menos mindset empreendedor.

Ainda bem que essa realidade vem mudando aos poucos e muitas instituições já perceberam a importância do intraempreendedorismo quando se fala de produtividade, ou seja, colaborador com mentalidade de dono.

Isso mesmo, as empresas procuram por profissionais que estejam dispostos a pensarem como parte do negócio, terem poder de decisão e que assumam a responsabilidade em busca dos melhores resultados.

Alguns dos maiores líderes da história, como Walt Disney e Nelson Mandela, apostaram na criatividade e no empoderamento de seus liderados como fonte de inovação, investindo em uma política onde a motivação por resultados era influenciada através do reconhecimento e da meritocracia, fazendo com que o cooperativismo interno fosse o maior diferencial de suas equipes, assim, uns ajudavam aos outros e no final todos saíam ganhando.

O intraempreendedorismo influencia diretamente na satisfação do colaborador, auxiliando ainda na retenção de talentos internos, otimizando os recursos já existentes com a manutenção do capital intelectual. É possível afirmar ainda que, essa modalidade de empreendedorismo, pode estar condicionada a três aspectos: o perfil dos colaboradores, o ambiente com sua cultura organizacional e, finalmente, o papel da liderança.

Para uma equipe empreendedora, é preciso investir no capital humano, saber recrutar profissionais que tenham a mesma visão da empresa, e treina-los de forma que haja um total alinhamento à missão como foco principal da organização.

Outra coisa importante é criar um ambiente favorável às ideias, onde todos possam contribuir e participar de forma efetiva na tomada de decisões, sentindo-se valorizados e pertencentes a uma mesma causa.

Por último, investir na descentralização do poder, com líderes cada vez mais atuantes e multiplicadores de conhecimento, capazes de inspirar e transformar pequenos negócios em máquinas pensantes, somente assim teremos um ambiente propício ao intraempreendedorismo e organizações autossustentáveis crescendo a cada dia!

Pense nisso, pense diferente, pense grande!

Um forte abraço e até a próxima conversa,

Bruno Miranda - Especialista em Pequenos Negócios

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